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Estados Unidos vão exigir teste negativo feito até um dia antes do embarque

Os Estados Unidos anunciaram uma mudança nas exigências de entrada no país e agora será obrigatório apresentar um teste negativo de COVID-19 feito em até um dia antes do voo. A nova medida é devido à preocupação com a variante Ômicron e entrará em vigor a partir do início da semana que vem, sendo válida para todos os viajantes que chegam por lá, independente do status de vacinação.


Nova exigência de entrada nos EUA

Confira abaixo o que diz o documento publicado pela Casa Branca.


“No início da próxima semana, os Estados Unidos irão deixar mais rígidos os protocolos de teste antes da partida, exigindo que todos os viajantes internacionais de todo o mundo que cheguem ao país façam o teste no prazo de um dia da partida, independentemente da nacionalidade ou estado de vacinação. Este cronograma de teste mais restrito fornece um grau adicional de proteção à saúde pública, à medida que os cientistas continuam a avaliar a variante Omicron.”


A nova exigência de teste só se aplica a quem chega aos Estados Unidos por via aérea. Apesar de relatos de um possível período de quarentena para chegadas internacionais, um funcionário da Casa Branca declarou que isso não está sendo considerado no momento. Também não há exigências da realização de mais testes durante os dias em que o passageiro ficar no país, sendo necessário apenas o teste único (PCR ou antígeno) realizado um dia antes da partida.

Em entrevista à CNBC, um funcionário do governo disse que as novas medidas vão ajudar na contensão dos novos casos com a variante no país. “Nossos médicos acreditam que o aumento dos requisitos de teste pré-embarque ajudará a detectar mais casos, e evitar que o vírus se espalhe pelo país”.


Além das novas exigências, o uso obrigatória de máscara, que originalmente deveria acabar em janeiro, permanece obrigatório durante a utilização de ônibus, trens, aviões e centros de transporte, como terminais de ônibus e aeroportos. As multas por descumprimento da exigência começam em US$ 500 e indo até US$ 3.000 para infratores reincidentes.


Na semana passada, Biden ordenou restrições de precaução às viagens aéreas para a África do Sul, Botswana, Zimbábue, Namíbia, Lesoto, Eswatini, Moçambique e Malauí. Ele não indicou por quanto tempo as proibições de viagem desses países, que entraram em vigor na última segunda-feira (29), permanecerão em vigor.


Fonte: Passageiro de Primeira


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