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Esclarecimentos da Embaixada do Brasil no Cairo sobre viagens para o Egito

Após surgirem algumas dúvidas na última segunda-feira (16), quando o Egito atualizou seus critérios de restrições de fronteiras, informando que todos os passageiros agora devem pagar por um teste para a COVID-19 na chegada ao país, a Embaixada do Brasil no Cairo, esclareceu alguns pontos.


Nota da Embaixada do Brasil no Cairo

A Embaixada do Brasil no capital do país africano emitiu a seguinte nota:

“Continuam dispensados de apresentar teste de PCR os passageiros que já tenham recebido, há pelo menos 14 dias, as duas doses das vacinas Pfizer – AstraZeneca – Moderna – Sinopharm – Sinovac – Sputnik – ou 14 dias após a primeira dose da vacina Johnson & Johnson. Outras vacinas ainda não são aceitas pelas autoridades egípcias. O comprovante de vacinação deve estar disponível em inglês e conter o código QR (o SUS oferece no seu app que comprovantes com QR Code). Não são aceitos certificados com rasuras, emendas ou quaisquer outras alterações.

Passageiros brasileiros que não disponham do certificado de vacinação devem portar teste de PCR, com resultado negativo, realizado até 96 horas antes do embarque. Adicionalmente, no momento do desembarque, TODOS os passageiros provenientes do Brasil serão submetidos a exame ID NOW COVID-19, ao custo de 1000 libras egípcias (aproximadamente R$350, na cotação atual), a ser arcado pelo viajante.

Em caso de resultado positivo para COVID-19, será realizado um teste PCR, ainda no aeroporto. Caso confirmado novo resultado positivo, o passageiro será compulsoriamente transferido para hospital designado pelas autoridades egípcias, no qual será aplicado o protocolo em vigor no Egito para COVID-19.

Para maiores informações acerca dos requisitos para entrada no Egito, recomenda-se consultar, com antecedência, as embaixadas ou consulados egípcios, bem como a companhia aérea”.


Fonte: Passageiro de Primeira

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