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Canadá vai aceitar turistas imunizados com a Coronavac a partir do final do mês

O Governo do Canadá anunciou hoje que vai aceitar mais 3 vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde.



Em nota, o governo do Canadá explicou que aceitará, a partir de 30/11 as seguintes vacinas:

  • Sinopharm (também conhecida Covilo)

  • Sinovac (também conhecida como Coronavac)

  • COVAXIN

Vale lembrar que os imunizantes já aceitos desde setembro, são:

  • Pfizer-BioNTech (Comirnaty, tozinameran, BNT162b2)

  • Moderna (Spikevax, mRNA-1273)

  • AstraZeneca/COVISHIELD (ChAdOx1-S, Vaxzevria, AZD1222)

  • Janssen/Johnson & Johnson (Ad26.COV2.S)

Os turistas que chegarem ao país precisarão apresentar um comprovante de vacinação (cópia impressa ou digital) em inglês ou francês que comprove que ele foi vacinado no mínimo 14 dias antes de chegar ao Canadá.


Além disso, será necessário anexar seus dados de saúde no aplicativo (ou site) chamado de ArriveCAN, para apresentar às autoridades canadenses quando chegar ao país. Também é solicitado o resultado negativo de um teste de COVID-19 feito antes da viagem. Com isso, os visitantes estarão isentos da obrigatoriedade de quarentena de 14 dias e de realizar exames após o desembarque.


Crianças não vacinadas com menos de 12 anos de idade e filhos dependentes (devido a uma condição mental ou física) de viajantes totalmente vacinados também não precisam fazer quarentena, mas devem seguir as medidas de saúde pública.


Sobre o ArriveCAN


O ArriveCAN é um aplicativo lançado pelo governo canadense como forma de monitoramento da COVID-19. A obrigatoriedade de anexar seus documentos e certificado de vacinação, teste de COVID e afins, se tornou necessária à partir de 21 de novembro 2020.

Com este sistema, fica fácil compartilhar informações entre províncias e territórios canadenses. Além da segurança e agilidade, o aplicativo facilita a comunicação com viajantes para o acompanhamento da saúde de cada pessoa que entra no país, bem como permite ter uma visão completa da saúde pública em relação ao vírus. Caso o viajante não envie as informações de saúde, ele poderá enfrentar empecilhos, como por exemplo:

  • Atrasos na hora de passar pela imigração;

  • Advertências e multas, que podem chegar até $1.000 (aproximadamente R$5.250)


Fonte: Passageiro de Primeira

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