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Reabertura da Itália para brasileiros(as): confira as principais informações


Quantas vezes você já pensou em visitar a Itália, hein? Afinal, o destino tem uma coleção e tanto de cartões-postais distribuídos por cidades como Roma, Veneza, Florença, Milão e pela fantástica região da Toscana, por exemplo. Não à toa, o país é um dos mais escolhidos pelos brazucas que querem viajar para o exterior – em 2018, foram 2,5 milhões de turistas canarinhos, número 9,6% maior do que o verificado em 2017.


Se você está só esperando o destino europeu afrouxar as restrições de entrada para começar a planejar a próxima viagem, tirou a sorte grande! Isso porque temos uma excelente notícia: a reabertura da Itália para brasileiros(a) foi decretada em 01/03/2022. Porém, apesar de a pandemia estar dando sinais de melhora, ainda assim é preciso seguir algumas regras. Pegue papel e caneta e venha conferir todas elas!

Itália reabre para brasileiros(as), mas exige documentação

Antes de qualquer coisa, vamos ao que todo mundo quer saber: se quiser entrar no país sem quarentena, deve apresentar certificado de vacinação contra a COVID-19, certificado de recuperação ou teste molecular ou antigênico com resultado negativo.

No que se refere ao certificado de vacinação, ele deve indicar que as duas doses da vacina (ou a dose única) tenham sido recebidas no mínimo 14 dias e no máximo 270 dias (ou seja, nove meses) antes da chegada. No momento, são aceitas as vacinas AstraZeneca, Janssen e Pfizer. Porém, quem tomou a Coronavac também pode entrar, desde que tenha recebido a dose de reforço de um desses fármacos autorizados pelo menos 14 dias antes da viagem.


Não tem o certificado de vacinação, mas tem um de recuperação da doença? Joia! Neste caso, ele deve ter sido emitido no máximo 180 dias antes do desembarque. Já os testes de COVID-19 são outra opção, mas também têm um prazo a ser respeitado: testes RT-PCR devem ter antecedência máxima de 72h da chegada, ao passo que, para os testes de antígeno, o prazo é de 48h. Crianças menores de 6 anos estão isentas de todas essas medidas, mas aqui vai um ponto de atenção: os documentos acima devem estar em espanhol, francês, inglês ou italiano.


Ao mesmo tempo, todos(as) os(as) viajantes devem preencher o Formulário Digital de Localização de Passageiros, disponível neste link. No entanto, este formulário pode variar dependendo do destino final: se for para Puglia, clique aqui; para a região da Sicília, aqui.

O que é e como funciona o Green Pass?

A fim de zelar pela saúde e a segurança da população e dos(as) turistas, a Itália passou a adotar o Green Pass. Basicamente, este é um passe sanitário que autoriza a entrada em determinados espaços públicos e privados enquanto estiver no país.

Para obter uma versão equivalente a este passe, basta portar o seu certificado de vacinação (impresso ou digital). Neste caso o documento tem de estar em alemão, espanhol, francês, inglês ou italiano. Se estiver em português ou outro idioma precisa, necessariamente, vir acompanhado de uma tradução juramentada.

Todavia, só vale como Green Pass se contiver as seguintes informações: dados de identificação do(a) titular (nome, sobrenome e data de nascimento) e de quem administrou as vacinas, datas em que as doses foram recebidas, nome e lote das vacinas.



Fonte: Segue Viagem

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