Qual o tamanho da bagagem de mão permitido?
Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança para atender ao peso máximo de decolagem do avião e às ações preventivas de segurança a bordo. Em voos domésticos, a bagagem não pode ser maior do que 115cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5kg. Caso exceda essa especificação, a companhia aérea poderá exigir que a bagagem não viaje com você e seja despachada.

 

 Qual o peso da bagagem que posso despachar sem custo adicional?
Depende do tamanho da aeronave e da classe na qual o passageiro está viajando (primeira classe ou classe econômica, por exemplo). Em média, cada passageiro pode levar até 23 kg em voos domésticos. A companhia aérea é autorizada a cobrar pelo excesso de bagagem, no ato do check-in, um valor que pode chegar a 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A empresa também pode negar o transporte da bagagem excedente ou transportá-la em outro voo. Artigos esportivos em geral (prancha de surfe, bicicleta etc.), instrumentos musicais e outros tipos de bagagem especial deverão ser incluídos na franquia, da mesma forma que uma bagagem comum. Para mais informações, consulte a empresa aérea.

O que eu faço para despachar algo de valor em minha bagagem?
Na bagagem a ser despachada, o passageiro deve evitar transportar bens de valor (como joias ou aparelhos eletrônicos). Mas, se houver necessidade, você pode declarar o valor dos bens transportados ainda no check-in. Para isso, peça o formulário à empresa aérea, que se responsabilizará pelos bens declarados mediante taxa a ser cobrada no ato de confirmação dos bens. Consulte os valores com a companhia aérea. Normalmente é exigida a Nota Fiscal como comprovante do valor do bem a ser despachado.

As regras de bagagens para voos internacionais são diferentes?
Sim. Alguns itens permitidos em voos domésticos não são liberados para voos internacionais, porque dependem das normas do país de destino.

No desembarque quem é responsável pela devolução da minha bagagem?
A companhia área deve devolver a bagagem ao passageiro nas mesmas condições nas quais foi despachada. Ao administrador aeroportuário cabe manter as esteiras e os equipamentos em funcionamento.

O que eu faço quando houver problemas com a devolução da minha bagagem?
Procure a empresa aérea preferencialmente ainda na sala de desembarque ou em até 15 dias após a data do desembarque e relate o fato em documento fornecido pela empresa ou em qualquer outro comunicado por escrito. Para fazer sua reclamação, é necessário apresentar o comprovante de despacho da bagagem. Caso seja localizada pela empresa aérea, a bagagem deverá ser devolvida para o endereço informado pelo passageiro. A bagagem poderá permanecer na condição de extraviada por, no máximo, 30 dias (voos nacionais) e 21 dias (voos internacionais). Caso não seja localizada e entregue nesse prazo, a empresa deverá indenizar o passageiro.

O que acontece se a bagagem for danificada?
Procure a empresa aérea para relatar o fato logo que constatar o problema, preferencialmente ainda na sala de desembarque. Esse comunicado por escrito poderá ser registrado na empresa em até sete dias após a data de desembarque.

E nos casos de furto de bagagem?
Procure a empresa aérea e comunique o fato por escrito. A empresa é responsável pela bagagem desde o momento em que ela é despachada até o seu recebimento pelo passageiro. Além disso, registre uma ocorrência na Polícia, autoridade competente para averiguar o fato.

Onde reivindico meus direitos?
Ao comprar uma passagem, você estabelece com a empresa aérea um contrato de transporte. Portanto, caso se sinta prejudicado ou tenha seus direitos desrespeitados, dirija-se primeiro à empresa aérea contratada para reivindicar seus direitos como consumidor. É possível, também, registrar reclamação contra a empresa aérea na Anac, após ter registrado a queixa na empresa e ter recebido o respectivo número de protocolo. A Anac analisará o fato e, caso constate o descumprimento de normas da aviação civil, poderá aplicar sanção administrativa à empresa.

 

 
 

Caso sua bagagem seja extraviada, procure a empresa aérea, preferencialmente ainda na sala de desembarque ou em até 15 dias após a data do desembarque, e relate o fato em documento fornecido pela empresa ou em qualquer outro comunicado por escrito.

Para fazer sua reclamação, é necessário apresentar o comprovante de despacho da bagagem. 

Caso seja localizada pela empresa aérea, a bagagem deverá ser devolvida para o endereço informado pelo passageiro. A bagagem poderá permanecer na condição de extraviada por, no máximo, 30 dias (voos nacionais) e 21 dias (voos internacionais). Caso não seja localizada e entregue nesse prazo, a empresa deverá indenizar o passageiro.

 

Bagagem danificada

Procure a empresa aérea para relatar o fato logo que constatar o problema, preferencialmente ainda na sala de desembarque. Esse comunicado por escrito poderá ser registrado na empresa em até 7 dias após a data de desembarque.

  

Furto de bagagem

Procure a empresa aérea e comunique o fato, por escrito. A empresa é responsável pela bagagem desde o momento em que ela é despachada até o seu recebimento pelo passageiro. Além disso, registre uma ocorrência na Polícia, autoridade competente para averiguar o fato.

 

 
 

Confira aqui o serviço de consulados estrangeiros no Brasil.

 
 

Faça sua consulta de voos pela Infraero, clicando aqui.

 
 

Quais os meus direitos nos casos de atraso ou cancelamento?
Nos casos de atraso, cancelamento de voo e preterição de embarque (embarque não realizado por motivo de segurança operacional, troca de aeronave, overbooking etc.), o passageiro que comparecer para embarque tem direito à assistência material, que envolve comunicação, alimentação e acomodação. Essas medidas têm como objetivo minimizar o desconforto dos passageiros enquanto aguardam o voo, atendendo às suas necessidades imediatas. A assistência é oferecida gradualmente, pela empresa aérea, de acordo com o tempo de espera, contado a partir do momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque, conforme demonstrado a seguir:

A partir de uma hora: comunicação (internet, telefonemas etc.).

A partir de duas horas: alimentação (voucher, lanche, bebidas etc.).

A partir de quatro horas: acomodação ou hospedagem (se for o caso) e transporte do aeroporto ao local de acomodação.

Se você estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para a sua residência e desta para o aeroporto. Se o atraso for superior a quatro horas (ou a empresa já tenha a estimativa de que o voo atrasará esse tempo) ou houver cancelamento de voo ou preterição de embarque, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro, além da assistência material, opções de reacomodação ou reembolso. A assistência material deverá ser oferecida também aos passageiros que já estiverem a bordo da aeronave, em solo, no que for cabível. A empresa poderá suspender a prestação da assistência material para proceder ao embarque imediato.  

O que é preterição de embarque?
A preterição de embarque (embarque não realizado por motivo de segurança operacional, substituição de avião, overbooking etc.) ocorre na situação em que o passageiro teve o seu embarque negado, mesmo tendo cumprido todos os requisitos para o embarque. Logo que a empresa constatar que há possibilidade de preterição, deverá procurar por voluntários que aceitem embarcar em outro voo, mediante a oferta de compensações (dinheiro, bilhetes extras, milhas, diárias em hotéis etc.). Caso você aceite essa compensação, a empresa poderá solicitar a assinatura de um recibo, comprovando que foi aceita a proposta. Caso você não aceite a compensação, e seja preterido, caberá à empresa aérea oferecer alternativas de reacomodação e reembolso, além da assistência material.

 
 

Quais documentos são necessários para a identificação em voos domésticos?
Você pode apresentar um documento oficial com foto que permita a sua identificação, por exemplo: Carteira de Identidade (RG); Carteira Nacional de Habilitação (CNH); Carteira de Identidade emitida por Conselho ou Federação Profissional, com fotografia (OAB, CREA e outras); Carteira de Trabalho; Passaporte Nacional; cartões de identificação expedidos pelos Poderes Judiciário e Legislativo Federal ou estaduais; documento expedido por ministério ou órgão subordinado à Presidência da República; Licenças de piloto, comissário, mecânico de voo e despachante operacional de voo emitidas pela Anac. Em casos de voos domésticos, são aceitas as cópias autenticadas desses documentos.

E se os meus documentos tiverem sido roubados, por exemplo?
Em caso de furto, roubo ou extravio de documento, será aceito o Boletim de Ocorrência emitido há menos de 60 dias.

Quais são os documentos necessários para embarque de crianças e adolescentes?
Para crianças e adolescentes, é aceita a Certidão de Nascimento (original ou cópia autenticada). Em caso de viagem com apenas um dos pais ou desacompanhados, verifique as exigências da Vara da Infância e da Juventude da localidade de embarque. Nenhuma criança poderá viajar para fora da cidade onde mora desacompanhada dos pais ou responsáveis sem expressa autorização judicial. Essa autorização é dispensada quando a criança estiver acompanhada de um dos pais. Além disso, é possível que crianças e adolescentes viajem desacompanhados de ambos os pais, desde que observadas as exigências legais. Consulte a empresa aérea com antecedência e verifique o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente, além das exigências da Vara da Infância e da Juventude da localidade de embarque. As regras para os voos internacionais são diferentes. 

Existem regras diferentes para embarque de passageiros estrangeiros?
Passageiros de outras nacionalidades devem apresentar um dos documentos a seguir, considerada a respectiva validade: Passaporte; Cédula de Identidade de Estrangeiro – CIE (RNE); Identidade Diplomática ou Consular; ou ainda outro documento de viagem, resultado de acordos internacionais firmados pelo Brasil. No caso de viagem dentro do Brasil, o protocolo de pedido de CIE expedido pelo Departamento de Polícia Federal pode ser aceito em substituição ao documento original, pelo período máximo de 180 dias, contados a partir da data de sua expedição. Além disso, em alguns casos, os estrangeiros portadores de visto permanente ficam dispensados da substituição da CIE e deverão apresentar algum dos documentos aceitos para brasileiros.

 
 

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Na hora de realizar uma viagem internacional, muitos turistas sabem mais ou menos os procedimentos dos vistos de entrada e o obtém como primeira providência, principalmente se a viagem é para os EUA, ou para o Canadá, por exemplo. Mas e se a viagem for para as Ilhas Maldivas, ou para os Emirados Árabes? A falta de informação a respeito da política de entrada no país pode se tornar uma dor de cabeça, se deixada para última hora.

Disponibilizamos o acesso ao site Passport Index, que possui na sua página de início os passaportes de todos os países e, ao clicar no seu país de origem, ele lista em quais países você precisa obter visto de entrada. Simples assim! É possível ver em quais nações possuímos “entrada livre” e em quais é necessária a solicitação de autorização prévia ou na hora do desembarque.

Além de listar um ranking de passaportes com maior possibilidade de entrada (que possui a Alemanha como primeiro lugar, com acesso livre a 158 países), é possível ainda comparar a “força” de um passaporte para outro, listando-os lado a lado.

Para requerer um passaporte acesso o link Requerer Passaporte (Polícia Federal) e, abaixo alguns links úteis e de fácil acesso:

 

  

Para maiores dúvidas, acesse o link.

 

 
 

Em época de férias, muitas famílias se deparam com um problemão: o que fazer com o animalzinho de estimação?

Como eu faço para levar o meu animal doméstico na viagem?
Em relação à forma de transporte, verifique quais são as regras para o transporte de animais domésticos na companhia aérea de sua escolha, pois poderá ser autorizado no interior ou no porão da aeronave e, dependendo do porte ou da raça, o animal terá que usar focinheira para ter acesso ao terminal do aeroporto. Além das regras da companhia aérea, existem exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o transporte de animais domésticos que variam de acordo com o tipo de viagem, seja doméstica ou internacional.

É preciso pagar por esse serviço?
O serviço não está incluído no preço da passagem. A solicitação e a consulta de preços devem ser feitas, com antecedência, à companhia aérea. Caso a empresa aérea autorize o transporte de animais, é necessário apresentar, para embarque, o atestado de saúde do animal.

Quais são as regras para viajar com animais em voos domésticos?
No caso de viagens dentro do Brasil, cães e gatos devem ser transportados com atestado de saúde emitido por médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária. Para movimentação de quaisquer outros animais, é exigida a Guia de Trânsito Animal – GTA expedida por veterinário habilitado pelo MAPA ou pelo órgão executor da defesa sanitária nos estados. No caso de espécies silvestres, é necessário, ainda, comprovar que o animal foi adquirido legalmente, mediante apresentação da nota fiscal de compra emitida por criadouro ou comerciante de animais silvestres devidamente autorizados pelo órgão ambiental competente. Na ausência desse documento, deve ser apresentada licença de transporte emitida pelo órgão ambiental competente.

 
 

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Geralmente as viagens são seguras para as mulheres que possuem uma gravidez considerada saudável. Ainda assim, se você está grávida, é melhor consultar seu médico antes de viajar, já que ele pode advertir contra viagens se você possui algum risco em sua gravidez. O melhor período para viajar é entre a 14ª e 27ª semana de gravidez, período que a mulher se sente melhor e os riscos são mais baixos.

 

AVIÃO

Se você precisa realizar uma viagem de avião, antes de efetuar a emissão de seus bilhetes, verifique com a companhia aérea quais são as condições que lhe permitirá viajar durante a gravidez, pois cada uma possui sua regra. Depois de 28 semanas, a maioria das companhias aéreas exigem uma carta do seu médico confirmando se você está em boa saúde, com uma gravidez normal e qual é a previsão do parto.

Durante o voo escolha seu assento com cuidado, optando por maior espaço e conforto, considere a solicitação de um assento no corredor ou a compra de assentos com maior opção de conforto. Aperte os cintos, durante toda sua viagem, enquanto estiver sentada. Promova a circulação, se possível, durante o voo, ande pelo corredor da aeronave quando os avisos de usar o cinto de segurança estiver desativado, caso fique sentada, estenda seu tornozelo com frequência. Beba muito líquido, já que na cabine a umidade é muito baixa e pode levar a desidratação.

 

NAVIO

Há algumas restrições a viagens de barco e navio para grávidas: será quase impossível fazer uma viagem dessas no terceiro trimestre. Um cruzeiro pode ser um passeio delicioso antes disso, mas você precisa pensar bem nos seguintes fatores: 

 

  • Você vai precisar de aprovação do seu médico. Quando há complicações na gravidez, como risco de parto prematuro ou gestação de múltiplos, o obstetra pode preferir não liberar a viagem, dependendo do trajeto, da duração, do tipo de navio e do destino.
  • As empresas que operam cruzeiros têm restrições para grávidas, mais rígidas até que as companhias aéreas. Algumas operadoras são mais restritas, e só permitem o embarque até 21 semanas. As empresas exigem uma carta de autorização do médico, especificando o tempo de gestação, para permitir o embarque. Como as restrições mudam muito de empresa para empresa, informe-se direitinho antes de comprar um pacote desse tipo.
  • Mesmo que a empresa não exija, leve uma carta do médico com seu tempo de gestação, os medicamentos que você toma e eventuais informações que ele considerar necessárias. Assim você evita surpresas desagradáveis na hora do embarque.
  • Pergunte ao médico que medicamentos deve levar e os carregue com você. Na consulta antes da viagem, faça perguntas diretas como: "E se eu não parar de vomitar, o que posso tomar?" ou "E se eu tiver febre, o que posso tomar?"
  • Se você está sofrendo com o enjoo, o movimento da água pode agravar sua situação, portanto pense bem se a viagem vale a pena, principalmente se você for daquelas que tem tendência a enjoar quando em movimento (mesmo antes da gravidez). Navios maiores balançam menos. Na hora de marcar a cabine, você pode pedir uma que fique no meio do navio, mais ou menos na linha dágua, para minimizar o balanço.
  • Viagens de algumas horas em outros tipos de embarcação (como escunas, balsas) são permitidas, mas verifique se o colete salva-vidas cabe, e pense na possibilidade de sofrer com o enjoo. Lembre-se também de que grávidas ficam com o senso de equilíbrio prejudicado, por isso o risco de quedas é maior. Procure não circular muito pela embarcação se as águas estiverem agitadas.

 
 

Com o Web Check-in você realiza o seu Check-in em voos operados pelas cias. aéreas abaixo com facilidade e segurança:

 

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